João Graça
Um rapaz.Apenas.
Lisboa, Portugal
Sempre gostei de fazer rir os outros, de ter ideias e de encontrar outras formas de olhar para as coisas. É assim que me aproximo das pessoas e dou sentido ao que me rodeia.
A música, o humor, a fotografia e o teatro fazem parte da minha vida. Posso ficar preso a um acorde de guitarra, a um detalhe numa fotografia ou a uma frase que alguém disse sem pensar muito. Muitas vezes, é daí que nasce uma ideia. Depois, gosto de tentar descobrir o que consigo fazer com ela.
Gosto de ter com quem trocar ideias. Gosto daquele momento em que alguém acrescenta algo em que eu ainda não tinha pensado e, de repente, temos um novo caminho para explorar. Importa-me sentir que aquilo que estamos a criar faz sentido e gosto de continuar a trabalhar até chegar lá.
Ainda tenho muito para aprender. Já me senti especial, admito. Porém, aprendi que a beleza está no caminho que fazemos, não no fim. O que sei é que pensar, escrever e criar são coisas às quais volto sempre — e quero dedicar a minha vida a algo que me apaixona tanto.
Ver o meu CV ↗Palavras e pontos de vista.
Direção de arte
Sempre olhei para as coisas de forma particular, seja por sempre ter tido contacto com câmaras, seja por olhar para algo e pensar: “Isto pode ser mais interessante.”
Copy & história
Consumo histórias de forma obsessiva: em filmes e séries, no teatro ou no breve relato de um senhor na rua. A verdade é que uma boa história move mundos.
Humor
Não é algo que fique super bem num CV, mas há pessoas que nunca descobrem o seu verdadeiro amor. Eu, pelo contrário, descobri o meu muito cedo. O contacto com a stand-up comedy e o mundo dos “artistas” mudou-me, e isso reflete-se na minha maneira de ser e de trabalhar.
Pequenos fragmentos de um EU
Tudo o que sou é fruto de uma curiosidade semelhante à de uma criança. Sentar-me na plateia e ser apenas mais um espectador é o meu passatempo favorito, apesar de, às vezes, também subir ao palco.

As três mosqueteiras
Esta é aquela que considero a minha primeira boa fotografia. Foi no dia a seguir a comprar a minha primeira câmara. Estava nervoso, porque tinha visto mil vídeos sobre fotografia de rua, e passei um dia inteiro a fotografar.
Escusado será dizer que, de mil fotos, cinco ficaram “ok”. Mas havia este momento à minha espera. Quando regressava a casa, disparei mais uma vez e lá estavam elas.