Ângulo
Conversas sobre processo criativo e outras coisas.
Ângulo é um talk show criado por mim sobre o processo criativo e as pessoas por trás dele. Música, humor e percursos pessoais cruzam-se num espaço pensado para ouvir, perguntar e deixar a conversa acontecer. Nasce de uma grande curiosidade minha: explorar até que ponto o processo criativo não é algo de “especial”, mas algo de que todos somos capazes.
- Duração do projeto
- 1 ano e meio
- Episódios
- 15
- Visualizações em todas as plataformas
- 500 mil
15 episódios. Muitas histórias.
Todos especiais à sua maneira. Escolhe uma conversa para ver no YouTube.

Renato Rocha

Gonçalo Viola

Mateus Lourenço

Napa

Anna Eremin

Gerson Gomes Ventura

Beatriz Albergaria

Rui Tomás

Joana Simões

Rui Sinel Cordes

Guilherme Fonseca

UmTiago

Afonso Dubraz

Guilherme Domingos

Guilherme Duarte

O trailer que enviámos para apresentar o Ângulo e para provar que não era só uma ideia na minha cabeça.
Um lugar confortável.
O cenário foi pensado para simular um ambiente de “quarto”. As cortinas, a luz quente, os discos e os objetos criam um ambiente próximo, com personalidade e individualidade, entre uma sala de estar e um espaço de criação. Antes de alguém falar, já há uma identidade presente.
A primeira versão apresentada à equipa
Como todas as grandes ideias, esta também surgiu a horas pouco ortodoxas. Nasceu da necessidade de explorar um tema que me apaixona, aliada à vontade de me explorar como comunicador. A verdade é que não era a ideia mais bem apresentada visualmente, mas já tinha alguma coisa. Uma vontade.
Explorar o primeiro projeto ↗

Um sinal para ser reconhecido.
O símbolo do programa, criado juntamente com Mafalda Trindade, traz o nome para uma forma simples e desenhada à mão. O bege dá conforto; o vermelho marca a personalidade carregada do programa. Uma identidade que serve de base para unificar o cenário, o conceito e o universo do programa.
Porque não é só de conversa que se faz um talk show.
Todos os episódios incluíam “jogos”, ou, como lhes chamávamos, Ângulos. Todos originais, feitos de raiz para cada convidado, com separadores em motion graphics criados para o programa. Cada animação apresentava uma rubrica e marcava a passagem da conversa para o jogo.
Três exemplos.

Tudo o que fica fora do enquadramento.
Um ano e meio de trabalho, 15 guiões, 15 episódios e 15 pessoas. Foi a minha primeira vez como host de um programa e como líder de uma equipa. Óbvio que nem tudo foi bonito. Houve tudo o que era expectável, mas, depois das discussões e dos momentos maus, surgia uma união que fazia algo acontecer. Este programa ensinou-me que até podemos ter uma ideia brilhante e as pessoas para a realizar, mas a liderança não é algo que se tenha: é algo que se conquista em comunicação com os outros. Nada disto seria possível sem a família que o Ângulo criou.



O que fica depois.
Cada convidado traz um percurso, uma forma de pensar e um novo ponto de vista. Foi nisso que o Ângulo me deu imenso: tornou-me melhor criativo e humorista, mas, acima de tudo, melhor pessoa. Contactar com 15 pessoas, das mais conhecidas às menos conhecidas, mostrou-me que todos os criativos têm uma voz, um olhar e um processo.

Haverá sempre um amanhã.
Este foi um dos momentos mais especiais do Ângulo para mim. Num rasgo de entusiasmo, talvez, pedi ao meu entrevistado que cantasse uma música da sua autoria. Qual não foi o meu espanto quando aceitou e escolheu exatamente aquela em que eu estava a pensar. A letra diz tudo, mas a mensagem que fica é: “Nunca é tarde para se começar a sonhar”.
Afonso Dubraz · Amanhã
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